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  • Pânico vai para o SBT, será?

    "Bola" e "Mendigo" do "Pânico", agora contratados pela Record,  revelaram no "Programa do Porchat" que o "Pânico na TV" poderia continuar e que tinha  gás suficiente para isso. Além disso eles falaram sobre a saída de Sabrina Sato do grupo e de mais de duas décadas do programa na rádio, programa esse que continua no ar na Rádio Jovem Pan atualmente. Entre outras coisas eles revelaram o projeto de uma novo programa com o nome de "Bola vai no seu lugar", onde o integrante irá substituir pessoas em suas profissões. Um exemplo dado no programa foi a substituição de um jogador de Rugby, outro exemplo sitado foi substituir um funcionário do CEASA vendedor de peixe do inicio do processo até o final. Não ficou claro onde o "Mendigo" iria se enquadrar nesse formato.

    Esse tipo de atração já foi explorado na televisão por vários programas e é uma ideia antiga, nada de novo nisso. Dependendo do formato desse novo programa não consigo acreditar que será bem sucedido, vale a pena esperar para ver.  

    "Mendigo" é muito talentoso e já fez parte do quadro de funcionários da própria Record. Com seu personagem já conhecido, ele se destaca com agilidade em desenvolver os quadros em que participa e foi fundamental para o grupo num passado recente não apenas na rádio como na TV. Na Record ele não foi muito aproveitado e no final de seu contrato foi liberado pela emissora. Após sua saída da Record, "mendigo" voltou a fazer parte do Pânico, onde saiu sem atritos na época deixando suas portas abertas para esse retorno já esperado. 

    "Bola" nunca teve esse carisma na frente das câmeras, sempre foi bastante limitado em comparação aos outros integrantes, ele tinha participação importante na rádio por ter iniciado o programa há mais ou menos 25 anos com Emílio Surita na Jovem Pan, no inicio eram apenas os dois. Alias o que conseguimos entender nisso tudo é que tanto Emílio quando "Tutinha" dono do "Programa Pânico", sempre tiveram uma postura não muito comum nesse meio por agir de maneira correta, sempre demonstrando gratidão com seus funcionários e respeito, dando privilégios a alguns integrantes e os remunerando muito bem para atuarem em seus respectivos papeis. 

    Com o passar do tempo devido ao sucesso meteórico, começaram perder a mão, fazendo quadros sem graça e explorando bastante a sensualidade das exuberantes garotas contratadas, caíram na mesmice. Se tornaram repetitivos, sem novidades.

    Fábio Porchat, revelou que tem informações privilegiadas e que o SBT está fechado com o Pânico na TV, em breve será anunciado, irão iniciar uma nova fase na emissora de Silvio Santos, dessa vez sem os dois integrantes. Emílio consegue administrar muito bem essa trupe, e pode ter sucesso nessa fase nova, mais ele não é o único responsável, Tutinha tem participação nisso e também controla o programa nas decisões mais importantes.O programa na rádio, sempre se renovou e não é cansativo, tem um formato bastantes enxuto e com assuntos interessantes, entrevistados diferentes consegue se manter dessa maneira. Na rádio tudo indica que eles vão longe. 

    Bola e Carlinhos Mendigo relembram sucesso do Pânico

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  • Fábio Porchat se indispõe com Bruna Marquezine

    Porchat revela ter passado por "Saia Justa" no Domingão do Faustão, não apenas ele já passou por isso no programa, muitos jurados já cairam na armadilha de fazer tv ao vivo.

    A Dança dos Famosos do Domingão do Faustão já fez muita gente passar por saia justa ao vivo, a última foi Cláudia Raia opinando sobre o placar da Seleção Brasileira. Questionada por Fausto Silva sobre o que ela esperava do próximo jogo da seleção na copa Cláudia Raia se enrolou e disse que a seleção iria ganhar de 3 x1, mais que iria para os pênaltis. Se enrolou e foi alvo de chacotas na internet.

    Porchat por sua vez teve como "saia justa" seu voto em Bruna Marquezine, revelou em seu programa na conversa com Fernanda Chamma e Carlinhos de Jesus. Disse ter dado um 10 para Carol Castro, que dançava muito bem, e um 9 para Marquezine, que se virava mais no "carão" que dançando. Foi detonado! "Nas redes sociais, os fãs dela me destruíram todos. A Bruna Marquezine ficou chateada", explicou ele.

    Após o ocorrido Fábio Porchat disse ter feito as pazes com Marquezine no programa "Criança Esperança" onde sentaram lado a lado e conversaram sobre o ocorrido. Fernanda Chamma, jurada do "Dancing Brasil", da Record, disse ter passado uma situação desagradável em uma farmácia, onde na ocasião uma senhora puxou sua trança e disse: "Você não sabe votar!" recordou ela.

     

    Foto: Divulgação

     

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  • Galvão Bueno no mundo dos "Merchandising"

    Galvão Bueno que perdeu dinheiro por anos é liberado pela Globo para fazer propaganda publicitária 

    Uma das mais importantes personalidades do Esporte na televisão sem duvida alguma é Galvão Bueno. Galvão durante anos a fio perdeu muito dinheiro de grandes empresas e marcas por não poder fazer "mechan", como são conhecidos os anúncios publicitários na televisão. A Globo sempre foi muito rígida quanto a isso, pois o esporte fazia parte do jornalismo e jornalista não faz "merchan" na Globo por um motivo obvio, perde credibilidade.   

    Agora parece que o jogo mudou. A Globo desvinculou, segundo Ricardo Feltrin, do UOL, o Esporte do Jornalismo dando liberdade a seus apresentadores para aceitar esse tipo de oferta do mercado. A primeira a sair do Jornalismo e ir para o entretenimento foi Fátima Bernardes, que começou a lucrar bastantes com a mudança, atualmente tem cache estimado na casa de R$ 3 milhões de reais para campanhas nacionais, e os convites são muitos.

    Galvão que durante mais de uma década vem sendo sondado a aceitar esses convites nunca pode ser garoto propaganda de qualquer empresa ou marca famosa devido essa "regra" da Globo. Estimasse que agora com liberdade para aceitar os convites seu cache chegue também na casa dos R$ 3 milhões ou mais, assim como Fátima Bernardes e Tony Ramos por exemplo. 

    Galvão merece ser o primeiro, concordo com Feltrin, de qualquer maneira, Cléber Machado, Fernanda Gentil e Tino Marcos já tem empresas interessadas neles. O Esporte da Globo comemora essa nova fonte de receita criada espontaneamente com a mudança de estrategia da emissora.  

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  • Como as empresas de mídia de TV podem se antecipar ao gerenciamento de canais

    Muitas empresas de mídia estão criando novos canais e subdivisões e estão fazendo parcerias com novos fornecedores para manter o ritmo.

    No ano passado, o Cirque du Soleil produziu simultaneamente 20 shows diferentes que foram realizados em todo o mundo, vistos por mais de 10 milhões de pessoas. Para garantir que essas produções sejam lucrativas, a empresa começou a usar o software de logística da SAP, centralizando a gestão de negócios de sua sede em Montreal.

    Hoje, as empresas de mídia de TV também estão lidando com a forma de gerenciar a logística de seus negócios. O conteúdo da TV está começando a ser distribuído em OTT (Netflix, Itunes), VOD (Vídeos sob demanda) , celular e social. Os anunciantes querem uma parte de cada um desses canais e estão interessados ​​em públicos-alvo e canais de conteúdo endereçáveis ​​que dividem os preços padrão do GRP. Muitas empresas de mídia estão criando novos canais e subdivisões e estão fazendo parcerias com novos fornecedores para manter o ritmo. Essas ações, embora tenham boas intenções, podem sair pela culatra se não forem coordenadas entre processo, tecnologia e estratégia. As empresas de mídia devem seguir vários princípios estratégicos amplos para garantir seu sucesso a longo prazo em novos canais.

    Centralize o controle sobre seus ativos

    As empresas de mídia devem começar com uma audiência centralizada e estratégia de produto. No início deste ano, a NBCU anunciou o Audience Symphony, para reunir os diferentes tipos de publicidade direcionada ao público-alvo que eles criaram em seus diversos canais avançados de distribuição de conteúdo de TV. Este é o movimento certo. As empresas de mídia que não estão tão à frente quanto a NBCU devem fazer o que puderem para começar com uma abordagem centralizada. Sem a centralização, os novos canais não são tão escalonáveis ​​e é mais difícil obter insights de vários canais.

    Centralizar um público-alvo e os produtos vendidos contra ele dão às empresas de mídia controle sobre as vendas de anúncios, um entendimento de frequência e melhores insights para todo o negócio (por exemplo, quais canais entregam mais valor ou têm o maior engajamento), de uma única estratégia, e um campeão que pode conter experimentos desonestos que não adicionam valor escalável. É por isso que muitas empresas, incluindo a Comcast e a Charter, instalaram veteranos de TV direcionados no comando de suas empresas de receita publicitária.

    Uma estratégia centralizada também requer tecnologia capaz de unir formas diferentes de dados. Alguns DMPs como o Lotame estão começando a gerenciar dados de TV, bem como dados digitais. No entanto, as empresas de mídia também devem estar atentas a novas formas de gerenciamento de dados que possam se adequar melhor à publicidade avançada na TV, que inclui audiências, canais, formatos, métricas, preços e outros elementos importantes. Recentemente, por exemplo, as empresas de varejo começaram a usar algo chamado de “CDP” ou “plataforma de dados do consumidor”, que se concentra na criação de perfis avançados de indivíduos com dados primários, em vez de cookies.

    Seja fácil de trabalhar

    Os consumidores não são os únicos que se habituaram à conveniência através da tecnologia. Embora as empresas de mídia de TV linear tenham um processo de negociação relativamente opaco com anunciantes que podem durar dias entre as rodadas, alternativas digitais como o Google e o Facebook oferecem segmentação automatizada de público-alvo. Os anunciantes não vão esperar por mais tempo apenas para receber uma proposta de uma empresa de TV que também inclua uma pequena adição de TV programática ou entrega OTT quando eles puderem alcançar o público com o pressionar de um botão de empresas como Google e Facebook.

    Turner, Fox e Viacom abordam outra questão - a complexidade - em sua carta sobre a iniciativa Open AP, em que enfatizam a necessidade de metas de público-alvo consistentemente definidas e de medição e relatórios padrão. Essa é uma área em que as empresas de mídia farão bem em trabalhar juntas e fazer com que os anunciantes, inadvertidamente, dificultem que todos façam negócios colocando camadas em uma variedade de novas métricas e metas de desempenho. O problema da mídia digital com muitas métricas é um exemplo dos problemas causados ​​quando as empresas de mídia permitem que a complexidade ofusque suas ofertas.

    Manter o controle do navio

    Os editores digitais não se concentraram o suficiente em manter o controle no mercado. Os preços programáticos são baixos, embora sejam mais direcionados do que os vendidos diretamente. Os anunciantes trazem seus próprios dados de público-alvo, deixando os dados do editor enfraquecidos. Os compradores exigem uma variedade de métricas e padrões de qualidade que são regidos por relacionamentos de fornecedores caros e arbitrários. Mesmo os padrões de relatórios favorecem os anunciantes, permitindo discrepâncias a favor do comprador em até 10%, com o próprio servidor de anúncios como fonte de registro.

    As empresas de mídia de TV devem ter uma voz alta à medida que os padrões avançados de TV são elaborados para evitar as normas do setor que os prejudicam. As empresas de mídia devem começar a falar agora sobre o que querem em um futuro equivalente de TV direcionado aos Termos e Condições de publicidade digital padrão do IAB.

    As empresas de mídia também devem começar a proteger ativos internos e controles de receita. As informações centralizadas sobre o produto em um único catálogo proporcionam aos vendedores o controle sobre o processo da proposta e dão às equipes de entrega controle sobre a execução da campanha. As equipes de otimização de rendimento garantem que os preços e a entrega da campanha sejam maximizados. Novos fornecedores devem ser examinados em busca de transparência e práticas justas de pagamento.

    Com o Facebook e o Google dominando as editoras cujos negócios já migraram para o mundo digital, está claro que as empresas de mídia de TV enfrentarão novas ameaças. O gerenciamento de canais é uma filosofia e uma disciplina que garante que as empresas de mídia mantenham o controle de novos canais à medida que seus anunciantes, espectadores e até mesmo seu conteúdo mudem drasticamente. 

    Lorne Brown é presidente da SintecMedia, que oferece soluções de gerenciamento de negócios de mídia. broadcastingcable.com
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  • Jovem Pan, a rádio que virou "TV"

    A "Jovem Pan" é uma rede de rádios comercial Brasileira. Fundada em 1942 e inaugurada em 1944 pelos escritores de Radionovela Julio Cosi e Oduvaldo Vianna, teve uma breve vida útil nas mãos dos dois fundadores, e foi vendida rapidamente para o famoso, Paulo Machado de Carvalho, proprietário na época de uma rede de rádios conhecida como Emissoras Unidas.  

    partir de Década de 60 a Rádio Panamericana resultado dessa fusão, se tornou a "Jovem Pan", nome fantasia que mantem até hoje. No início da década de 1970, Paulo Machado de Carvalho passou o bastão para o filho, a rádio começou a ser administrada por "Tuta", que marcou sua administração por dar uma programação Jornalística e Esportiva a Rádio, além da mudança de sua sede para a Avenida Paulista, na cidade de São Paulo onde está instalada até hoje. 

    A história da "Jovem Pan" é longa, uma história de dedicação e pioneirismo marcada atualmente pelo jornalismo sério e atuante. Tem como seu carro chefe por exemplo o "Jornal da Manhã", quem não conhece seu bordão: "vamboravambora, olha a hora, vamboravambora". 

    Sempre antenada nas novas tendências a rádio mais uma vez saiu na frente, transformando seus programas de destaque, em "canais" de vídeo no "YouTube", e com essa "sacada" inteligente a rádio iniciou espontaneamente a se tornar uma produtora de conteúdo em vídeo. Adequando seus estúdios de rádio em pequenos estúdios de TV, colocando câmeras fixas estrategicamente posicionadas, e adquirindo equipamentos necessários para a captação, edição e distribuição digital desse conteúdo está mais uma vez deixando sua marca de pioneirismo no mercado.  

    Nosso portal, Horário Nobre, centralizador de conteúdo, já inseriu em seu portfólio 8 desses canais. Distribuídos nas categorias "Cotidiano" com seus programas jornalísticos e "entretenimento" com programa esportivo e o famoso "Pânico" entre outros, estendendo ainda mais nosso leque de opções profissionais e de credibilidade para os visitantes do portal.  

    Esse novo posicionamento da rádio não visa apenas se atualizar para essa nova era digital, Jovem Pan começa a gerar receita de uma fonte nova. O que agrada seus proprietários e o departamento comercial que já estuda novas estratégias para extrair o máximo desse novo formato.  

    A Jovem Pan atualmente tem um faturamento alto, chegando a ultrapassar algumas emissoras de televisão conhecidas, provando que boa administração e ousadia em inovar andam de mãos dadas.  

    Assista Na íntegra A

     

     

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